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Upside Down

Um blogue de uma futura (e esperançosa) jornalista, que vê na escrita um refúgio para os bens e para os males da vida.

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Um blogue de uma futura (e esperançosa) jornalista, que vê na escrita um refúgio para os bens e para os males da vida.

PESSOAL: Feliz Aniversário, meu amor!

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Sou a favor das declarações de amor. Sou a favor das foleirices, das serenatas, dos beijos em público, dos "casa comigo" no meio de toda a gente. Sou a favor de dizermos que amamos as pessoas quando as amamos, quando nos apetecer dizê-lo, seja em que sítio for. Não tenho medo de cair no ridículo, porque o amor é mesmo isso. Ridículo. Mas ser ridículo é ser feliz. Triste de quem nunca foi ridículo!

Não sou de meios termos: se amo, amo muito, se odeio é um ódio de morte. Gosto de poucas pessoas, mas é exatamente por isso que elas sabem que gosto realmente delas. E gosto especialmente de uma pessoa, que me faz feliz há precisamente dois anos. O homem da minha vida.

Quero começar por dizer: Parabéns a nós, meu amor. Pelos nossos 2 anos juntos. Por esta caminhada que temos feito lado a lado, sem nunca nos atrevermos a largar a mão um do outro, sem nunca desistirmos, sem nunca deixarmos de enfrentar juntos os obstáculos que vão aparecendo.

Apareceste na altura certa. Deste-me a mão na altura certa, porque era exatamente nesse momento que eu estava prestes a cair. Entraste na minha vida do nada, sem sequer teres a decência de avisar. Quando te vi pela primeira vez não reparei no azul dos teus olhos, apenas vi que eles diziam "sou o homem da tua vida". Chama-me doida, se quiseres. Sou doida. Feliz, amada e doida.

Tal como disse no início do texto, sou a favor das foleirices. Por isso toma lá esta foleirice, porque fazemos 2 anos e é um dos dias mais especiais da minha vida.

Tens-me feito a pessoa mais feliz do mundo desde que nos conhecemos. Ensinaste-me a amar e nem eu nem tu sabemos o que isso é. E isso é o amor: não sabermos o que é mas mesmo assim arriscarmos dizer e sentir que amamos. E eu amo-te.

Alguém com quem me cruzei nos últimos meses costuma dizer que não existem homens com "H" grande. Que parvoíce. Eu tenho um homem com "H" grande. Aliás, eu tenho um HOMEM. Se há quem não acredite na sua existência, é porque ainda não encontrou alguém como tu. alguém capaz de dar sem receceber, alguém que leva o amor a sério, alguém que tem defeitos mas cujas qualidades os superam por completo, alguém que luta todos os dias por ser alguém melhor sem se aperceber de que já é perfeito, alguém que erra e remedeia o erro, alguém que faz tudo o que pode pelas pessoas de quem gosta e que, mesmo quando essas pessoas não são correctas, continua a amá-las da mesma forma. Alguém como tu. 

Não vou falar de todos os momentos que passámos, nem alongar-me muito, porque não quero cansar-te. Hoje não importa quem lê isto, porque isto é para ti. E é foleiro, porque é público, mas é para ti e eu sou foleira porque te amo. Vou, desde já, agradecer-te por me amares, por cuidares de mim, por me dares o carinho de que preciso quando menos mereço recebê-lo, por me mimares a todo o instante, por quereres que eu seja tudo aquilo que desejo ser, por me ajudares a concretizar os meus sonhos, por estares ao meu lado em cada passo importante da minha vida, por me dares a mão sem dizeres uma única palavra (descobriste, um dia, que as palavras entre nós não são precisas para nos protegermos um ao outro), por teres o dom de me fazer sorrir quando não estou num dia bom, por existires, por seres tu, por me aturares, por me amares ainda mais a cada defeito meu, por seres honesto, por seres o meu orgulho. Mas, acima de tudo, por seres meu e quereres que seja eu a estar ao teu lado.

 

 

"É insuportável querer-te assim mas é impossível não te querer assim." PCF